A síndrome do pânico é um transtorno psiquiátrico que se caracteriza por ataques de pânico recorrentes que causam uma preocupação excessiva ou modificações de comportamento para evitar situações que poderiam desencadear um ataque no futuro. As crises podem ocorrer em qualquer lugar e duram, em média, de 15 a 30 minutos.
A Dra. Yumara Siqueira de Castro, psiquiatra e psicanalista com mais de 35 anos de experiência, é especialista no tratamento da síndrome do pânico em Belo Horizonte. Sua abordagem combina o tratamento medicamentoso preciso com a investigação psicanalítica das causas profundas — porque o pânico tem raízes que precisam ser compreendidas.
Estima-se que a doença afete cerca de 2 a 3% da população mundial e que as mulheres têm duas vezes mais propensão de terem síndrome do pânico do que os homens. A síndrome do pânico geralmente tem início no final da adolescência ou no início da idade adulta.
Qual a diferença entre ansiedade e síndrome do pânico?
A ansiedade é um sentimento comum ao ser humano que pode surgir diante de diversas situações, como uma viagem, uma mudança de emprego ou a necessidade de fazer uma apresentação em público. O problema é que, em alguns casos, essa ansiedade se torna muito acentuada e causa sintomas físicos como falta de ar, palpitações, enjoos, suor excessivo, entre outras, gerando uma crise de ansiedade. Para saber mais, leia sobre os sintomas da ansiedade.
Na síndrome do pânico, esses sintomas são potencializados e as crises ocorrem de maneira muito intensa, que são os chamados ataques de pânico, que podem chegar a paralisar a pessoa.
Além disso, a ansiedade, pode-se dizer, é uma situação mais concreta, pois ela surge diante de um evento específico. Já a síndrome do pânico é caracterizada por crises súbitas, que não têm nem hora nem local para acontecer.
Principais sintomas da síndrome do pânico
Os principais sintomas da síndrome do pânico incluem:
- Ataques de pânico: O principal sintoma, no qual a pessoa sente angústia, ansiedade ou medo extremo de que os sintomas surjam novamente.
- Ansiedade antecipatória: Este sintoma é caracterizado pelo receio constante de que um novo ataque de pânico venha a ocorrer, o que faz com que a pessoa, muitas vezes, modifique seu comportamento para reduzir as chances de isso acontecer.
- Medo de perder o controle ou enlouquecer.
- Desrealização e despersonalização: Neste sintoma, a pessoa sente como se estivesse vivendo uma situação que não é real.
- Palpitações cardíacas ou coração acelerado.
- Sudorese excessiva.
- Tremores ou abalos.
- Falta de ar ou sensação de asfixia.
- Sensação de aperto no peito ou dor torácica.
- Tontura ou vertigem.
- Ondas de calor ou calafrios.
Nota Importante: A presença de vários destes sintomas de forma súbita e intensa pode indicar um ataque de pânico. É fundamental procurar ajuda médica para um diagnóstico preciso.
Quais são as consequências da síndrome do pânico?
Quando a síndrome do pânico não é tratada de maneira adequada, os ataques constantes podem afetar todas as áreas da vida de uma pessoa. O receio de que um novo ataque ocorra leva a pessoa a um estado de alerta constante, impactando negativamente em sua qualidade de vida, o que pode levar a problemas como:
Com formação pela UFMG e pelo Círculo Psicanalítico de Minas Gerais, a Dra. Yumara dedica entre 50 e 60 minutos a cada consulta. Esse tempo é essencial para quem sofre de pânico — permite construir uma relação de confiança e investigar o que realmente está por trás das crises.
- Desenvolvimento de fobias específicas, como medo de dirigir ou sair de casa.
- Desenvolvimento de outros problemas de saúde.
- Evitar situações sociais.
- Problemas no trabalho ou na escola.
- Depressão, transtornos de ansiedade e outros transtornos psiquiátricos.
- Aumento do risco de suicídio ou pensamentos suicidas.
- Abuso de álcool ou outras substâncias.
- Problemas financeiros.
Conhecer os fatores de risco para a síndrome do pânico pode ajudar na prevenção e no entendimento da condição.
Como tratar a síndrome do pânico?
O tratamento visa controlar e evitar os sintomas e combina o uso de medicamentos antidepressivos e ansiolíticos com psicoterapia. O tratamento da síndrome do pânico é essencial para a recuperação da qualidade de vida.
Quando é necessário o uso de medicações, é imprescindível que o tratamento seja realizado e acompanhado por um psiquiatra, pois apenas esse profissional pode prescrever essas medicações.
Já a psicoterapia contribui para resgatar a autoestima do paciente e ajudá-lo a lidar melhor com os gatilhos que podem levar aos sintomas.
A duração do tratamento varia conforme a intensidade da doença, podendo levar meses ou anos. Porém, a síndrome do pânico é uma condição sem cura, que precisa ser controlada durante toda a vida.
Além disso, devem ser consideradas mudanças no estilo de vida, como adotar uma alimentação balanceada, praticar atividades físicas com regularidade, não fumar, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e manter o estresse controlado.
Como a psiquiatra e psicanalista Dra. Yumara pode ajudar?
Conforme dito, o tratamento para o controle dos sintomas da síndrome do pânico deve ser feito por um psiquiatra. A Dra. Yumara Siqueira (CRMMG: 22767) é médica psiquiatra e psicanalista em Belo Horizonte, com mais de 35 anos de experiência, e atua no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de diversos transtornos mentais, como a síndrome do pânico.
Agende uma consulta com a Dra. Yumara no site pontodemutacao.com.br.
Dê o próximo passo
A síndrome do pânico tem tratamento e você merece viver sem medo. A Dra. Yumara Siqueira de Castro (CRMMG: 22767 | RQE: 20493) pode ajudá-lo a retomar o controle da sua vida com um tratamento integrado e verdadeiramente personalizado.
Perguntas Frequentes
O que pode desencadear uma crise de pânico?
Uma crise de pânico pode ser desencadeada por situações de estresse intenso, pensamentos catastróficos ou até mesmo sem um gatilho aparente. Fatores como predisposição genética, eventos traumáticos e o uso de substâncias estimulantes também podem contribuir. É importante notar que, na síndrome do pânico, os ataques frequentemente ocorrem de forma inesperada, o que é uma das características que mais gera angústia no paciente.
Síndrome do pânico tem cura?
A síndrome do pânico é uma condição crônica, o que significa que não há uma "cura" definitiva, mas sim um controle eficaz dos sintomas. Com o tratamento adequado, que geralmente envolve psicoterapia e, em alguns casos, medicação, a maioria das pessoas consegue reduzir drasticamente a frequência e a intensidade das crises, levando uma vida normal e produtiva. O objetivo é o manejo dos sintomas e a recuperação da funcionalidade.
Como posso ajudar alguém que está tendo um ataque de pânico?
Se você estiver com alguém durante um ataque de pânico, mantenha a calma. Fale com a pessoa em um tom suave e tranquilizador. Lembre-a de que a crise é temporária e vai passar. Incentive-a a respirar de forma lenta e profunda, focando na expiração. Evite dizer para "relaxar" ou minimizar seus sentimentos. Apenas oferecer sua presença e apoio silencioso já pode ser de grande ajuda.
